Números reais. Contexto operacional. Sem atalhos.
Cada projeto aqui documentado parte do estado anterior do cliente—stack existente, gargalo específico—e registra o que mudou nos primeiros 90 dias e depois do go-live.






74% menos tempo de alocação manual
Antes: equipe de 12 despachantes alocando rotas manualmente via planilhas, com retrabalho médio de 3,2 horas por turno. Stack existente: ERP legado + planilhas Excel.
Sistema integrado ao ERP sem substituição de stack. Após 60 dias de go-live: taxa de erro de alocação caiu de 18% para 2,4%. Iteração pós-lançamento adicionou alertas de exceção em tempo real.
Decisão de crédito 8× mais rápida
Antes: análise de crédito corporativo levava em média 4 dias úteis, dependente de analistas seniores para consolidar dados de três fontes distintas sem integração.
Pipeline de dados conectado às três fontes existentes. Tempo médio caiu para 11 horas. Seis meses após go-live: volume de análises aumentou 3,1× sem contratação adicional.
Taxa de defeitos reduzida em 61%
Antes: inspeção visual manual em linha de produção com 9% de taxa de defeitos escapando para o cliente final. Sistema de câmeras existente sem processamento inteligente.
Modelo de visão computacional integrado ao feed das câmeras já instaladas. Defeitos detectados em tempo real. Três meses após lançamento: taxa de escape caiu para 3,5%, com log completo para auditoria.
O que os números mostram
90 dias
Zero trocas de stack
Suporte ativo pós-go-live
Todos os sistemas foram integrados à infraestrutura existente do cliente, sem substituição de plataforma.
Iterações documentadas após o lançamento em 100% dos projetos. A entrega não termina no deploy.
Prazo máximo para resultados mensuráveis em todos os projetos entregues até hoje.
Reconheceu algum desses problemas?
Se o contexto operacional de algum caso se aproxima do seu, vale conversar sobre o que é viável no seu ambiente—sem compromisso, sem proposta genérica.


